Queria poder tocar teu coração,
Tão profundamente quanto possível,
Indo aonde nenhum outro alcançou.
Abrir as comportas do amor,
Deixar jorrar a torrente,
De sentimentos há tanto represados.
Assim inundar teu espírito,
De sorrisos e felicidade incomum.
Realizar teus sonhos mais sentimentais.
Te provaria que o mundo é colorido,
De mil cores vivas e pulsantes,
Não essa realidade cinza e esmaecida.
E deixar aflorar teu coração,
Pois a vida já não será hostil,
Tudo exala o perfume da paixão.
Deixe cair o teu corpo,
Na queda livre sem fim
Do amor avassalador.
Entrega-te comigo,
Para juntos sentirmos
O mais doce dos sabores.
O dos corações realizados,
Cúmplices que se completam,
Em total confiança.
sexta-feira, outubro 24, 2003
De olhos abertos,
Minha mente alça vôo,
Tentando encontrar-te.
Pelas ruas, inúmeros rostos,
Mas não és nenhum deles,
Pois lá tu não estás.
Nos jardins busco,
A flor perfeita,
Que alegrará teu sorriso.
Em vão tento correr,
Mas nunca chego a amparar,
Tua furtiva lágrima solitária.
Voando a buscá-la,
Galgo montanhas,
Percorro planícies.
Acabo indo tão longe,
Para procurá-la por fim.
Não a vejo tão perto,
Ao alcance do meu abraço.
Minha mente alça vôo,
Tentando encontrar-te.
Pelas ruas, inúmeros rostos,
Mas não és nenhum deles,
Pois lá tu não estás.
Nos jardins busco,
A flor perfeita,
Que alegrará teu sorriso.
Em vão tento correr,
Mas nunca chego a amparar,
Tua furtiva lágrima solitária.
Voando a buscá-la,
Galgo montanhas,
Percorro planícies.
Acabo indo tão longe,
Para procurá-la por fim.
Não a vejo tão perto,
Ao alcance do meu abraço.
quinta-feira, outubro 16, 2003
Qual os lírios nos campos,
Desabrochas esplendorosa,
Com as pétalas refulgindo,
Aos raios solares da manhã.
A beleza perene,
Nem mais hábil pintor,
Consegue descrever.
Ver-te por inteiro,
No profundo olhar me perder,
Nos recantos ignotos
De tua alma me refugiar.
Mas teus olhos não me fitam,
Ao contrário, perpassam-me,
Como se invisível fosse.
De tuas íris castanhas,
Emanam mistérios encantadores,
Que envolvem e inebriam,
Fazendo-me levitar.
E cada troca de olhares,
Vejo-me mais enlaçado;
Preso na deliciosa armadilha,
Que trazes em teus cílios escondida.
Desabrochas esplendorosa,
Com as pétalas refulgindo,
Aos raios solares da manhã.
A beleza perene,
Nem mais hábil pintor,
Consegue descrever.
Ver-te por inteiro,
No profundo olhar me perder,
Nos recantos ignotos
De tua alma me refugiar.
Mas teus olhos não me fitam,
Ao contrário, perpassam-me,
Como se invisível fosse.
De tuas íris castanhas,
Emanam mistérios encantadores,
Que envolvem e inebriam,
Fazendo-me levitar.
E cada troca de olhares,
Vejo-me mais enlaçado;
Preso na deliciosa armadilha,
Que trazes em teus cílios escondida.
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