Qual os lírios nos campos,
Desabrochas esplendorosa,
Com as pétalas refulgindo,
Aos raios solares da manhã.
A beleza perene,
Nem mais hábil pintor,
Consegue descrever.
Ver-te por inteiro,
No profundo olhar me perder,
Nos recantos ignotos
De tua alma me refugiar.
Mas teus olhos não me fitam,
Ao contrário, perpassam-me,
Como se invisível fosse.
De tuas íris castanhas,
Emanam mistérios encantadores,
Que envolvem e inebriam,
Fazendo-me levitar.
E cada troca de olhares,
Vejo-me mais enlaçado;
Preso na deliciosa armadilha,
Que trazes em teus cílios escondida.
Assinar:
Postar comentários (Atom)


0 comentários:
Postar um comentário