De olhos abertos,
Minha mente alça vôo,
Tentando encontrar-te.
Pelas ruas, inúmeros rostos,
Mas não és nenhum deles,
Pois lá tu não estás.
Nos jardins busco,
A flor perfeita,
Que alegrará teu sorriso.
Em vão tento correr,
Mas nunca chego a amparar,
Tua furtiva lágrima solitária.
Voando a buscá-la,
Galgo montanhas,
Percorro planícies.
Acabo indo tão longe,
Para procurá-la por fim.
Não a vejo tão perto,
Ao alcance do meu abraço.
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