Tal como o Sol, nascendo
Nas montanhas frias,
Refulgindo nos lagos límpidos,
São os teus olhos.
E deles emanam o calor,
Que lentamente evapora
Toda a mágoa em orvalho
Que cobre meu coração.
Em ti amanhece um novo dia,
Em que a esperança caminha.
É toda beleza que qualquer ser
Deste planeta pode conter.
Poder descansar minha vista,
Cansada do mundo e da vida,
Em bela miragem como tu
É como ungüento para a dor.
Por isso te dedico todas as odes,
Pois é o que tenho a te oferecer
No turbilhão do amor, repartir,
Toda a alegria que me trazes.
Dedicado a Luka, a amada Flor Bela.
quarta-feira, junho 27, 2007
As pedras
Em sua eternidade efêmera
Observam sem viver.
Na sua frieza grandiosa
Riem-se do mundo a sofrer.
Olham para o horizonte...
Sem amor, sem perder.
Olham através dos verdes montes;
Através do morrer.
Oh, Pedras!
Que gozam por não morrer,
Riem-se a dizer:
- Malditos, vivem para nada ter!
Arrasado, lembro-me das rochas...
Imóveis, inabaláveis à dor.
Querendo ser rocha, lembro-me,
Apesar de sofrer,
No mundo ainda tenho
Um pouco de alegria e prazer.
Observam sem viver.
Na sua frieza grandiosa
Riem-se do mundo a sofrer.
Olham para o horizonte...
Sem amor, sem perder.
Olham através dos verdes montes;
Através do morrer.
Oh, Pedras!
Que gozam por não morrer,
Riem-se a dizer:
- Malditos, vivem para nada ter!
Arrasado, lembro-me das rochas...
Imóveis, inabaláveis à dor.
Querendo ser rocha, lembro-me,
Apesar de sofrer,
No mundo ainda tenho
Um pouco de alegria e prazer.
As flores
Dançam para ti os cravos.
Begônias cantam em júbilo;
Abrem-se em reverência as rosas.
Amarelos girassóis te saúdam.
Murmúrios são proferidos pelos ventos
“Afinal ela voltou!”
Das folhas delicadas canções
Para brindar tua volta.
As doces violetas te sorriem
E alvas margaridas em festa,
Regozijam-se a teu retorno.
Tudo enche-se de cores.
Até o sumido sol,
Que espantou as sombras
Para o interior da floresta.
Os delicados miosótis caem de joelhos
Aos pés de sua eterna rainha,
Que ao seu castelo voltar
Como deusa verdadeira.
E por onde passas,
A vida renasce
E a tristeza perece.
Begônias cantam em júbilo;
Abrem-se em reverência as rosas.
Amarelos girassóis te saúdam.
Murmúrios são proferidos pelos ventos
“Afinal ela voltou!”
Das folhas delicadas canções
Para brindar tua volta.
As doces violetas te sorriem
E alvas margaridas em festa,
Regozijam-se a teu retorno.
Tudo enche-se de cores.
Até o sumido sol,
Que espantou as sombras
Para o interior da floresta.
Os delicados miosótis caem de joelhos
Aos pés de sua eterna rainha,
Que ao seu castelo voltar
Como deusa verdadeira.
E por onde passas,
A vida renasce
E a tristeza perece.
sábado, junho 09, 2007
Problemas com o histórico
Mudanças no blogger deixaram meu histórico inoperante. Espero resolver os problemas em breve. Provavelmente o visual do blog vai ser modificado e muitos dos anexos que eu coloquei irão sumir... Mãos à obra, Trovatore!
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