Nesta canção de amor
Que não exista dor,
Mas apenas a delicada cor
Do sublime sentimento em flor.
Cante-se a beleza da primavera,
A frutificação do amor perene,
O fim da agonia e das mágoas
Levadas pelo rio com águas de degelo.
Expectativas e esperanças
Em vossos cantos quietas ficai.
Permitis que a canção prossiga
Sem empecilhos ou obrigações.
Deixai o poema escorrer,
Gotejando como chuva fina,
Que alegria a alguns corações traz,
Lavando a poeira de paixões perdidas.
quarta-feira, janeiro 24, 2007
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