Tão bela é a chuva a cantar,
Arrastando nas águas, alegria e mágoa.
Enquanto as gotas do céu caem,
Lagrimas pungentes dos Anjos,
Atravessando o ar, numa intensa cantoria.
Os pingos no rosto combalido explodem,
Numa delicada e sutil carícia feminina,
Lavando nas águas as lágrimas,
Enquanto suavemente escorrem sonhando.
Crianças nas poças brincando,
Com os Querubins que do Céu caem,
Juntnado-se aos alegres folguedos,
Dos pequenos anjos sem asas.
O murmúrio das águas,
Canção de ninar de Deus,
Chuva que traz vida
Mesmo após a destruição.
O batuque nas latas cheias,
Percussão ás angelicais vozes,
Das gotas cantantes celestes,
Alegres e de vida efêmera.
Adultos sérios e tolos,
Não ouvem a chuva cantar
Nos pobres telhados das casas,
Enrijecem o coração à Alegria.
Tão bela é a chuva a cantar...
Tão bela é a chuva...
Tão bela...
domingo, dezembro 10, 2006
Assinar:
Postar comentários (Atom)


0 comentários:
Postar um comentário