Chuva que molha a madrugada,
Espanta todos os boêmios.
Encobre a noite de nuvens,
Entristece o coração dos jovens.
Cai intermitente, sem dó.
Qual cão abandonado,
Em pé numa esquina estou...
Pobre alma apaixonada.
A hora é avançada,
Poucos veículos passam.
As casas dormem, silêncio,
Pessoas com endredons se aquecem.
Minhas roupas ensopadas,
Grudam no corpo
Em abraço desesperado,
Como se não quisessem me perder.
Estou imóvel na calçada,
Firme como o poste sobre a cabeça,
Com sua luz amarelada,
Estendendo minha sombra no asfalto.
Chove em ritmo contínuo,
Chega a ser monótono...
A água escoa para os bueiros,
Meus versos são arrastados com ela.
domingo, abril 25, 2004
As ondas sopradas pelo vento
Trazem na velocidade da corrente,
Pedaços de sonhos e desejos.
Rolam na areia quente,
Queimando ao sol abrasante,
Que ilumina meu espírito indócil.
Na praia ficam perdidos
Os sentimentos de amor,
Os versos apaixonados.
Ao sabor da incerteza,
Diluem-se com o plâncton,
Transformando-se em nada...
Desaparecm o sabor e a cor,
Restam os osssos secos
Do amor que não foi.
Trazem na velocidade da corrente,
Pedaços de sonhos e desejos.
Rolam na areia quente,
Queimando ao sol abrasante,
Que ilumina meu espírito indócil.
Na praia ficam perdidos
Os sentimentos de amor,
Os versos apaixonados.
Ao sabor da incerteza,
Diluem-se com o plâncton,
Transformando-se em nada...
Desaparecm o sabor e a cor,
Restam os osssos secos
Do amor que não foi.
quinta-feira, abril 22, 2004
Andarilho noturno que sou,
Sigo pelos becos e vielas,
Misturando-me as sombras,
Procuro não me mostrar.
Enquanto a cidade dorme,
Caminho ligeiro, destino incerto.
Embaixo das janelas das damas,
Paro e deixo minhas ofertas.
Pelos cantos, escondido,
Prossigo meu passeio.
A cantinela infinita,
De amar e não ser amado.
Sina de poeta romântico.
Regozija-se com a tristeza,
Suas lágrimas são néctar,
Suas dores é que o motivam.
Sou parceiro da Lua,
Levo-a sempre comigo,
Acompanha-me a todo lugar,
Ilumina-me nas trevas.
Enfrento as frias brumas,
Minhas vestes cobrem-se de orvalho.
Nos lábios trago o sabor do vinho,
Transbordam de versos a minha taça.
Nas tabernas divirto-me,
Reencontro tantos amigos,
Bebemos às desesperanças
E contamos histórias de amor.
A noite avança com pressa,
Quer encontra-se com seu irmão, o dia.
Contudo ela sempre morre
Ao ser atingida pelo primeiro raio de Sol.
E assim acaba-se a ronda,
Recolho-me as minhas fantasias,
Durmo pensando em ti.
Em meus sonhos te tenho, Musa.
Sigo pelos becos e vielas,
Misturando-me as sombras,
Procuro não me mostrar.
Enquanto a cidade dorme,
Caminho ligeiro, destino incerto.
Embaixo das janelas das damas,
Paro e deixo minhas ofertas.
Pelos cantos, escondido,
Prossigo meu passeio.
A cantinela infinita,
De amar e não ser amado.
Sina de poeta romântico.
Regozija-se com a tristeza,
Suas lágrimas são néctar,
Suas dores é que o motivam.
Sou parceiro da Lua,
Levo-a sempre comigo,
Acompanha-me a todo lugar,
Ilumina-me nas trevas.
Enfrento as frias brumas,
Minhas vestes cobrem-se de orvalho.
Nos lábios trago o sabor do vinho,
Transbordam de versos a minha taça.
Nas tabernas divirto-me,
Reencontro tantos amigos,
Bebemos às desesperanças
E contamos histórias de amor.
A noite avança com pressa,
Quer encontra-se com seu irmão, o dia.
Contudo ela sempre morre
Ao ser atingida pelo primeiro raio de Sol.
E assim acaba-se a ronda,
Recolho-me as minhas fantasias,
Durmo pensando em ti.
Em meus sonhos te tenho, Musa.
Caminhas por entre meus pensamentos,
Invadindo minhas divagações.
Sempre tenho-te perto de mim,
A cada momento, a todo instante.
Minha retina mantém gravada,
Tua imagem bela e sorridente.
Recuso-me a esquecer,
Ainda que possa vir arrepender-me.
Por que alimento-me de sonhos?
As impossibilidades me confortam?
Machuco-me por nada realizar...
No caminho fico, sentado a chorar.
São lágrimas derramadas
Aguando as pequenas margaridas,
Que nascem aonde seus pés pisam.
Desta aura onírica que te permeias,
Ilumina minhas poesias toscas.
Manancial inspirador, dá-me as letras
Que as organizo nos versos que te ofereço.
Carinho recebo na tua voz,
Macia, sussurra-me na noite,
Embalando-me em meus devaneios.
Já não sei quando sonho.
Sei que és real. Toco-te e sinto.
Assim como meus poemas lês.
Entretanto estás distante,
A sombra do rival está presente.
Invadindo minhas divagações.
Sempre tenho-te perto de mim,
A cada momento, a todo instante.
Minha retina mantém gravada,
Tua imagem bela e sorridente.
Recuso-me a esquecer,
Ainda que possa vir arrepender-me.
Por que alimento-me de sonhos?
As impossibilidades me confortam?
Machuco-me por nada realizar...
No caminho fico, sentado a chorar.
São lágrimas derramadas
Aguando as pequenas margaridas,
Que nascem aonde seus pés pisam.
Desta aura onírica que te permeias,
Ilumina minhas poesias toscas.
Manancial inspirador, dá-me as letras
Que as organizo nos versos que te ofereço.
Carinho recebo na tua voz,
Macia, sussurra-me na noite,
Embalando-me em meus devaneios.
Já não sei quando sonho.
Sei que és real. Toco-te e sinto.
Assim como meus poemas lês.
Entretanto estás distante,
A sombra do rival está presente.
domingo, abril 11, 2004
Boa noite! Feliz Páscoa a todos! Com alegria pelo Cristo ressucitado, que outra vez está entre nós!
Descida da Cruz de Rembrandt (1634) - Museu do Hermitage
Após quarenta dias de meditação, contrição e preparação para a Paixão do Senhor, alegrem-se todas as criaturas da Terra, pois aquele que havia morrido cumpriu Sua promessa e ressuscitou ao terceiro dia! Vencendo a morte e eliminando o pecado do mundo.
E é com este sentimento que desejo a todos uma excelente semana!
Descida da Cruz de Rembrandt (1634) - Museu do Hermitage
Após quarenta dias de meditação, contrição e preparação para a Paixão do Senhor, alegrem-se todas as criaturas da Terra, pois aquele que havia morrido cumpriu Sua promessa e ressuscitou ao terceiro dia! Vencendo a morte e eliminando o pecado do mundo.
E é com este sentimento que desejo a todos uma excelente semana!
Pelas noites tenho andado,
Seguindo nas vielas e becos,
Com meu olhar oitocentista,
Com tabernas e janelas enluaradas.
Mas hoje será diferente,
Caminhando pelas ruas,
Vejos sob marquises e teleiros,
Sacos e montículos agrupados.
Passaria por lixo do dia,
Contudo, ali dorme, encolhido,
Coberto com saco plástico,
Um outro homem como eu.
Ao seu lado uma carroça,
Movida à tração humana.
É a garantia do parco sustento.
Um cão magro monta guarda.
Os carros correm velozes,
Ao verem minha sombra
Mais rápido passam, com medo
Escondendo-se com vidros negros.
Jovens alegres e alcolizados,
Voltam das baladas divertidas,
Fazendo pegas e zoando.
Passam pelo mulambo que dorme e...
Meus passos avançam rápido,
Deparo-me em uma esquina mais escura,
Recostada a um poste cinzento,
Uma silhueta sinistra espera clientes.
Um dos veículos pára,
Em uma rápida troca de objetos,
O traficante leva seu dinheiro,
O motorista as suas drogas.
Cruzo por ele sem elevar os olhos,
Evitando qualquer maior contato.
Olha-me desafiadoramente,
Mas escapo do conflito.
Minha capa está manchada,
Das impurezas que preenchem a noite.
De podridão humana
Torna-se fétida minha poesia.
Sou um andarilho e continuo.
Atravessando uma praça silenciosa.
Nos bancos, pequenos corpos sob a luz fria,
Enrolados em trapos imundos.
Suas formas são de crianças,
Mas a realidade endurece o coração.
Até os mais mansos são dobrados,
Seus olhos destilam agressividade.
A cidade ainda não submergiu nas brumas,
Nas avenidas movimentadas
A prostituição fervilha com vai-vem,
Corpos em exibição contínua.
Homens e mulheres infelizes,
Vendendo suas carnes e dignidade,
A título de sobrevivência,
Vivendo no limiar da violência.
No véu roto da escuridão,
Há fome e miséria,
Desilusão e amargura,
Nas lágrimas solitárias.
Pois ainda há quem chore,
Escondido pelas trevas,
Não demonstra sua fraqueza.
Há fragilidade nestas fortalezas.
Meu coração encolhe-se,
Envergonhado por não ver,
Noite após noite, incessante,
Em todas essas caminhadas.
Assim são as noites...
Sem romantismo ou lirismo.
Estes existem na pena do poeta,
Transfigurador da realidade.
Seguindo nas vielas e becos,
Com meu olhar oitocentista,
Com tabernas e janelas enluaradas.
Mas hoje será diferente,
Caminhando pelas ruas,
Vejos sob marquises e teleiros,
Sacos e montículos agrupados.
Passaria por lixo do dia,
Contudo, ali dorme, encolhido,
Coberto com saco plástico,
Um outro homem como eu.
Ao seu lado uma carroça,
Movida à tração humana.
É a garantia do parco sustento.
Um cão magro monta guarda.
Os carros correm velozes,
Ao verem minha sombra
Mais rápido passam, com medo
Escondendo-se com vidros negros.
Jovens alegres e alcolizados,
Voltam das baladas divertidas,
Fazendo pegas e zoando.
Passam pelo mulambo que dorme e...
Meus passos avançam rápido,
Deparo-me em uma esquina mais escura,
Recostada a um poste cinzento,
Uma silhueta sinistra espera clientes.
Um dos veículos pára,
Em uma rápida troca de objetos,
O traficante leva seu dinheiro,
O motorista as suas drogas.
Cruzo por ele sem elevar os olhos,
Evitando qualquer maior contato.
Olha-me desafiadoramente,
Mas escapo do conflito.
Minha capa está manchada,
Das impurezas que preenchem a noite.
De podridão humana
Torna-se fétida minha poesia.
Sou um andarilho e continuo.
Atravessando uma praça silenciosa.
Nos bancos, pequenos corpos sob a luz fria,
Enrolados em trapos imundos.
Suas formas são de crianças,
Mas a realidade endurece o coração.
Até os mais mansos são dobrados,
Seus olhos destilam agressividade.
A cidade ainda não submergiu nas brumas,
Nas avenidas movimentadas
A prostituição fervilha com vai-vem,
Corpos em exibição contínua.
Homens e mulheres infelizes,
Vendendo suas carnes e dignidade,
A título de sobrevivência,
Vivendo no limiar da violência.
No véu roto da escuridão,
Há fome e miséria,
Desilusão e amargura,
Nas lágrimas solitárias.
Pois ainda há quem chore,
Escondido pelas trevas,
Não demonstra sua fraqueza.
Há fragilidade nestas fortalezas.
Meu coração encolhe-se,
Envergonhado por não ver,
Noite após noite, incessante,
Em todas essas caminhadas.
Assim são as noites...
Sem romantismo ou lirismo.
Estes existem na pena do poeta,
Transfigurador da realidade.
Escombros, fumos negros,
Casas em chamas, destruídas,
Desordem e caos reinam,
Na terra desolada.
Nas torneiras, nem água.
Nas mesas, serve-se o que há.
Não há luzes na cidade,
Exceto os lumes das velas.
Cadeiras vazias, salas desertas.
Era um dia uma escola,
Hoje suas paredes crivadas, rachadas,
Exibem as marcas dos projéteis.
Os gritos desesperados,
Transbordam ódio,
Em meio à turba,
Buscam um culpado.
Entre tiros e explosões,
Nada vale uma vida.
Mais um na estatística
Das baixas de guerra.
Vieram do Oeste, reluzentes,
Cavalgando blindados,
Nas asas dos aviões,
Trazendo dor e destruição.
Seus líderes ficaram lá,
Além do oceano, bem longe.
As areias escaldantes
Servidas com prazer aos marines.
Pela estrada segue o comboio,
Guarnecido de militares, será emboscado.
Morte... Pobre John, que pode ser
Ramirez, Paolo ou Gorky.
Em resposta ao ataque,
Dos céus chovem mísseis cruiser.
Maldições no lugar das bençãos,
Pedidas nas orações às sextas.
Mais sangue inocente
Derramado no solo fervente.
É avidamente bebido
Pelas legiões entre as fileiras.
Seu nome era Hassam,
Mas podia ser Mohammed ou Ali.
Estava no quarto e dormia.
Agora é um retângulo no chão.
Os soldados da coalizão,
Cobertos de soberba e razão,
Estão cegos, em meio ao rancor,
Travando uma guerra insana.
Para quem lidera, é santa.
Cruzada ou Jihad?
Não importa a denominação,
Apenas não há motivos.
Os iraquianos anseiam soberania,
Os invasores, o ouro negro.
Os nativos suas casas protegem,
Os outros, se perguntam: Que fazemos aqui?
A violência em escalada,
Surgiu por um caprocho,
De um líder frustrado, maníaco,
Que por trás da mesa em Washington
Empurra mais e mais jovens para a Morte.
Casas em chamas, destruídas,
Desordem e caos reinam,
Na terra desolada.
Nas torneiras, nem água.
Nas mesas, serve-se o que há.
Não há luzes na cidade,
Exceto os lumes das velas.
Cadeiras vazias, salas desertas.
Era um dia uma escola,
Hoje suas paredes crivadas, rachadas,
Exibem as marcas dos projéteis.
Os gritos desesperados,
Transbordam ódio,
Em meio à turba,
Buscam um culpado.
Entre tiros e explosões,
Nada vale uma vida.
Mais um na estatística
Das baixas de guerra.
Vieram do Oeste, reluzentes,
Cavalgando blindados,
Nas asas dos aviões,
Trazendo dor e destruição.
Seus líderes ficaram lá,
Além do oceano, bem longe.
As areias escaldantes
Servidas com prazer aos marines.
Pela estrada segue o comboio,
Guarnecido de militares, será emboscado.
Morte... Pobre John, que pode ser
Ramirez, Paolo ou Gorky.
Em resposta ao ataque,
Dos céus chovem mísseis cruiser.
Maldições no lugar das bençãos,
Pedidas nas orações às sextas.
Mais sangue inocente
Derramado no solo fervente.
É avidamente bebido
Pelas legiões entre as fileiras.
Seu nome era Hassam,
Mas podia ser Mohammed ou Ali.
Estava no quarto e dormia.
Agora é um retângulo no chão.
Os soldados da coalizão,
Cobertos de soberba e razão,
Estão cegos, em meio ao rancor,
Travando uma guerra insana.
Para quem lidera, é santa.
Cruzada ou Jihad?
Não importa a denominação,
Apenas não há motivos.
Os iraquianos anseiam soberania,
Os invasores, o ouro negro.
Os nativos suas casas protegem,
Os outros, se perguntam: Que fazemos aqui?
A violência em escalada,
Surgiu por um caprocho,
De um líder frustrado, maníaco,
Que por trás da mesa em Washington
Empurra mais e mais jovens para a Morte.
Almas felizes, corações em júbilo,
Assim são as desejadas noites.
Quando estamos enlaçados às musas,
Caminhando entre devaneios.
Pois amar, assim o é:
Ter sonhos realizados,
Sorrisos entre as palavras,
O espírito coberto de alegria.
Ah, sentir o delicado toque,
Entre carícias e beijos,
Em um carrossel de emoções,
Embalando por inteiro o casal.
Rodopiam a dançar,
A melodiosa sinfonia,
Compassada nas batidas
Das criaturas apaixonadas.
Como é delicioso sonhar,
Melhor ainda é viver.
E cada vez que olho-te,
Vejo o derradeiro dia chegar.
Assim são as desejadas noites.
Quando estamos enlaçados às musas,
Caminhando entre devaneios.
Pois amar, assim o é:
Ter sonhos realizados,
Sorrisos entre as palavras,
O espírito coberto de alegria.
Ah, sentir o delicado toque,
Entre carícias e beijos,
Em um carrossel de emoções,
Embalando por inteiro o casal.
Rodopiam a dançar,
A melodiosa sinfonia,
Compassada nas batidas
Das criaturas apaixonadas.
Como é delicioso sonhar,
Melhor ainda é viver.
E cada vez que olho-te,
Vejo o derradeiro dia chegar.
domingo, abril 04, 2004
Como quero te amar...
Apenas isso que desejo.
Para isso é que escrevo,
Tantas trovas para ti.
Todas tem destino certo,
Rumo ao teu coração incerto.
Porém, minhas palavras são em vão,
Ficando muitas pelo chão.
Sonhos despedaçados,
Escombros na derrocada,
Espalham-se pela terra,
Com seus grãos levados pelo vento.
É mais forte do que eu,
Impossível controlar,
O vazamento de versos,
Que teimam em brotar.
Cada vez que vejo teus olhos,
Minhas esperanças renascem,
Meu coração torna a brilhar.
Pois tu és minha inspiradora.
Se minhas poesias são belas,
Odes de amor incompleto,
São frutos deste afeto,
Que há muito nutro por ti.
Apenas isso que desejo.
Para isso é que escrevo,
Tantas trovas para ti.
Todas tem destino certo,
Rumo ao teu coração incerto.
Porém, minhas palavras são em vão,
Ficando muitas pelo chão.
Sonhos despedaçados,
Escombros na derrocada,
Espalham-se pela terra,
Com seus grãos levados pelo vento.
É mais forte do que eu,
Impossível controlar,
O vazamento de versos,
Que teimam em brotar.
Cada vez que vejo teus olhos,
Minhas esperanças renascem,
Meu coração torna a brilhar.
Pois tu és minha inspiradora.
Se minhas poesias são belas,
Odes de amor incompleto,
São frutos deste afeto,
Que há muito nutro por ti.
Os anos estão passando,
Alguns ligeiros, outros rápidos.
As noites sucedem-se,
Umas com lágrimas, outras com sorrisos.
Os amores acumulam-se,
Juntam-se desilusões.
Renascem esperanças,
Aumenta a resignação.
Muitos foram os momentos de fraqueza,
Em tantos outros fui o mais forte.
Assim foram passando-se horas,
Até alcançar um ano.
(Em março de 2003 resolvi sair pelas noites, estreladas ou nebulosas, cantando e contando poesia...)
Alguns ligeiros, outros rápidos.
As noites sucedem-se,
Umas com lágrimas, outras com sorrisos.
Os amores acumulam-se,
Juntam-se desilusões.
Renascem esperanças,
Aumenta a resignação.
Muitos foram os momentos de fraqueza,
Em tantos outros fui o mais forte.
Assim foram passando-se horas,
Até alcançar um ano.
(Em março de 2003 resolvi sair pelas noites, estreladas ou nebulosas, cantando e contando poesia...)
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