Olá, Solidão! Que bom te rever!
Afugentei-te à vassouradas,
Expulsei-a de meu coração.
É passado, seja bem vinda!
Perdoa-me os maus-tratos,
Rompantes de amor furado.
Ainda ris? Faça isto.
Zomba-me, bem que mereço
Todo o teu escárnio agora.
Vamos beber juntos de novo,
Afinal, és sempre companheira,
E comigo sempre estás.
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