sábado, fevereiro 28, 2004

Estou aqui e nem olhas para mim,
Volta-me teus olhos doces,
Recobre-me com o teu amor,
Preenche o vazio de meu coração.

Meus lamentos e súplicas,
Voltam-se para ti todas as noites,
Quando assolam-me a tristeza e solidão.
Tenho andado tanto em trevas...

Ilumina-me e dá-me esperança,
Aquecendo o vento frio.
Será que não vês o quanto te amo?
Será que demonstro isso a ti?

Preocupando-me tanto com meu mundo,
Pedindo-te tanto carinho e ternura,
Entretanto quantas vezes te ofereci?
Se nas tuas lágrimas, eu não estava.

Egoísta e ingrato, é o que sou.
Pois tanto me dás, mas quero sempre mais.
Como uma sanguessuga de sentimentos,
É assim que me comporto.

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