sexta-feira, janeiro 23, 2004

Luzes da aurora,
Horizonte avermelhado,
Em céu de poucas nuvens,
Clareando em azul intenso.

A maré está ideal,
O vento brando e perene,
Infla as velas brancas,
Do coração navegante.

As amarras estão soltas,
O cais vai ficando distante,
O rumo já está traçado,
A alegria toma o meu ser.

Minha jangada frágil,
Vai vencendo as ondas,
Ao balanço da brisa
Que sopra para o mar.

Agora vou viajar,
Nada mais me segura.
A vida me sorri faceira,
Reconhecendo quem a sabe amar.

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