Hoje o coração quer sorrir,
Inebriado com o vinho da vida
Quer derramar alegria
E clarear as vielas escuras.
Sentir-se leve e feliz,
É sensação indescritível
Que qualquer um quer ter.
Hoje amanheceu mais claro,
Sem nuvens ou chuva.
É dia de ser feliz
E conquistar aquela que amo.
domingo, março 30, 2003
Fria é a noite,
Lá fora as folhas caem
No outono de minha vida.
O vento castiga e açoita
O coração indefeso
Que teima em apaixonar-se
E ferir-se sem dó.
Pobre criança que não aprende,
Poucos são os que amam,
Muitos são escorraçados.
É outono, prelúdio do inverno
Em que o mundo perde suas cores
E a melancolia caminha na chuva.
As ruas ficam desertas,
As janelas às sacadas, fechadas.
O Trovador fica às escuras
Sem ter a quem cantar.
Lá fora as folhas caem
No outono de minha vida.
O vento castiga e açoita
O coração indefeso
Que teima em apaixonar-se
E ferir-se sem dó.
Pobre criança que não aprende,
Poucos são os que amam,
Muitos são escorraçados.
É outono, prelúdio do inverno
Em que o mundo perde suas cores
E a melancolia caminha na chuva.
As ruas ficam desertas,
As janelas às sacadas, fechadas.
O Trovador fica às escuras
Sem ter a quem cantar.
A luz prateada banha as vielas
Estreitas e melancólicas.
Os corações, em noites assim,
Suspiram apaixonados.
Seja por aquela que se foi,
Seja por aquela que virá.
Mas sempre suspirando por amor.
O Trovador, pelas ruas
Caminha cantando suas odes,
Buscando em cada janela
O instante arrebatador.
Em que os olhos se cruzam,
A alma estremece,
O coração acelera.
E o amor durará para sempre.
Pelo menos, até o amanhecer...
Estreitas e melancólicas.
Os corações, em noites assim,
Suspiram apaixonados.
Seja por aquela que se foi,
Seja por aquela que virá.
Mas sempre suspirando por amor.
O Trovador, pelas ruas
Caminha cantando suas odes,
Buscando em cada janela
O instante arrebatador.
Em que os olhos se cruzam,
A alma estremece,
O coração acelera.
E o amor durará para sempre.
Pelo menos, até o amanhecer...
Entre as nuvens estás escondida...
Deixando-me a sós com as lágrimas.
Vêm minha redentora,
Cobre-me com teu manto prateado.
Ilumina-me com tua luz fria.
Não deixa aquele que tanto te venera,
Lançar suas trovas no escuro sozinho.
Deixando-me a sós com as lágrimas.
Vêm minha redentora,
Cobre-me com teu manto prateado.
Ilumina-me com tua luz fria.
Não deixa aquele que tanto te venera,
Lançar suas trovas no escuro sozinho.
Hoje chove forte,
Em meio ao turbilhão
Relâmpagos e trovões,
Meu pranto silencioso é derramado.
E as lágrimas misturadas à chuva,
Regam o solo embrutecido.
Meu coração navega
Por mares revoltos e cruéis.
Parti em sua busca,
Desesperado, me perdi.
Encontrei apenas a tempestade.
Meus brados lhe dirigi...
Entretanto está surda
Aos meus lamentos na noite.
Então, naufraguei
Sem esperanças e vazio.
Mas sua lembrança é quente,
Faz-me chorar junto com a chuva,
Minhas lágrimas a misturar,
Regando o solo embrutecido.
"Y en mis ojos no ha parado de llover!"
Em meio ao turbilhão
Relâmpagos e trovões,
Meu pranto silencioso é derramado.
E as lágrimas misturadas à chuva,
Regam o solo embrutecido.
Meu coração navega
Por mares revoltos e cruéis.
Parti em sua busca,
Desesperado, me perdi.
Encontrei apenas a tempestade.
Meus brados lhe dirigi...
Entretanto está surda
Aos meus lamentos na noite.
Então, naufraguei
Sem esperanças e vazio.
Mas sua lembrança é quente,
Faz-me chorar junto com a chuva,
Minhas lágrimas a misturar,
Regando o solo embrutecido.
"Y en mis ojos no ha parado de llover!"
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