sábado, dezembro 27, 2003

És tão delicada,
Suave como a brisa.
Tua presença inebria,
Como o aroma das flores.

Teu sorriso como estrelas,
Na límpida noite sem lua,
Brilham por trás dos lábios,
Finos e sensuais de beijar.

Este Trovador, de tolas rimas,
Perde totalmente a compostura,
Perante a tua beleza,
Ofuscando minhas rudes palavras.

Impossível descrever o sabor,
Do néctar que bebiam os deuses,
Para mortais que vivem de ilusão.

Como contar o original,
Sem parecer grosseira cópia?
Sei que por mais que me esforce,
Jamais conseguirei em versos,
Converter tua formosura.

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