quinta-feira, julho 31, 2003

Sombras sorrateiras,
Nos cantos. escondidas,
Apenas aguardando
O momento da emboscada.

Quando o coração triste,
Desarmado e maltratado,
Nem percebe a mancha,
Escura e fria,
Que dele se apossa.

A luz, pouco a pouco,
Apaga-se sem saudades.
Sombras sorridentes,
Ocupem novamente,
O imenso território estéril
Que lhes pertencem
"Ad Aeternum"...

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