Caminhando pela floresta,
Recolho pedaços de vida,
Que ao mais simples toque,
Cada árvore suspira.
Através da folhas, o Sol,
A iluminar corações.
Mas há os que estão sós...
A estes, restam canções.
De vida e morte falo,
Da primeira, nada mais resta
Além do seco talo.
E a morte, seja ela o que for,
Aparentemente,
Desabrocha-se em flor.
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