Vejo-me sozinho
Em mais este
Doloroso momento.
Pois a minha sombra,
Agora já caminha sozinha,
E na vida sigo só.
O vazio é a pior sensação,
Com sabor de estragado,
Olha-se para trás...
Somente poeira.
À frente?
O desconhecido...
Solidão é o vácuo,
De não haver mais ninguém,
Apenas lampejos de vida.
E nos risos e conversas,
Encontro-me solitário e avesso.
As peças foram retiradas,
Tão sutilmente, nem percebi.
Meu solhos abriram-se
Para chorar por todas as perdas.
Desilusões e delírios,
Passado traduzido no presente,
Repleto de ausência e solidão.
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